Confluentes, porém diversos...
Nostradamos modernos , ou pós modernos à parte, q preconizam o fim dos tempos a partir da relação, liberdade e fascínio da rede, os "apocalíticos da hora" não acreditam q possa haver uma interatividade, entre os meios analógicos e o digitais. Porém, o que fim do mundo para eles e reconfiguração para a cibercultura é algo que está acontecendo cada vez q nos rendemos a essa esfera, que ultimamente, não tem sido poucas.
Entre o massivo e o pós massivo, logo no fim da aula de ontem, a idéia de confluência e não supressão de um ou outro meio reforçada pelo professor André, me pacerece o princípio norteador dessa discussão. Na vedade uma polêmica tão grande, quanto a que envolve os debates sobre se a tv domina e transforma os telespectadores em zumbis, ou coisas do tipo. O fato de sermos cyborgues desde q nascemos, em q nada é natural, do dedo do pé a té o último fio de cabelo, bem como as inúmeras possibilidades reagentes na rede são o caminho dessa mutação interligada com a realidade. Sem supressões, mas, como algo interligado... Afinal, a rede é coletiva, mista e colaborativa, propícia a essa inserção.
Para fomentar tal argumento, vale a pena dar uma conferida na matéria publicada pelo Estadão sobre a inserção de impressos americanos na rede. Lá vai o link:

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