quarta-feira, novembro 29, 2006

Interessantes as possibilidades que a internet traz para a arte.


Um cara pode gravar uma linha de baixo e bateria e liberar na rede, e de repente esbarrar na sua composição já com uma guitarra inserida, ou quem sabe um arranjo de orquestra.

E ele pode correr atrás de quem fez isso na música dele, e firmar parcerias. Alguém em Salvador tem como realidade plausível inserir cítaras, por exemplo, na sua música, o que para a realidade do Brasil é algo difícil.

O mesmo pode ser feito na literatura, com Romances nos quais cada escritor é também um leitor, cheio de expectativa sobre o que vai acontecer, já que a obra está em tantas mãos e cabeças diferentes. Ou poemas e histórias sem fim.

Penso que a arte volta a adquirir com força um caráter de atividade lúdica e social, e não de exibicionismo solitário, como às vezes ocorre.